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Jesus, Eu Confio em Vós!
És a bem aventurada alegria, Ave, ó Maria, porque, por Vós, Deus desceu à Terra e ao meu coração. Santa Faustina (Diário 40)

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sábado, 6 de abril de 2013

DOMINGO DA DIVINA MISERICÓRDIA


O Papa João Paulo II, atingido pelos tiros certeiros de Ali Agka, assim que deixou o hospital, foi ao presídio de Roma para levar seu perdão ao turco. O mundo em geral edificou-se com o gesto de misericórdia do papa polonês. Lembrou o exemplo de Cristo, pregado na cruz entre dois ladrões: “Pai, perdoa-lhes, pois não sabem o que fazem” (Lc 23, 34).

Cabe ainda lembrar que entre as bem-aventuranças, o Mestre colocou a misericórdia: “Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia” (Mt 5, 7). E aos fariseus, escandalizados porque o Senhor permitiu que publicanos e pecadores sentassem com ele à mesa, ensinou: “Não são os que têm saúde que precisam de médico, mas sim os doentes. Ide, pois, e aprendei o que significa: Misericórdia é que eu quero, e não sacrifício. Com efeito, eu não vim chamar os justos, mas os pecadores” (Mt 9, 13).
Para celebrar o amor misericordioso de Deus para com a humanidade, por decisão de João Paulo II, a Santa Sé instituiu o primeiro domingo após a Páscoa como o Domingo da Divina Misericórdia.

Para quem, tendo confessado seus pecados, comungar nesta festa, é concedido uma indulgência plenária. Isto é, o perdão das culpas e das penas. A confissão não precisa ser neste dia.

A imagem de Jesus da Divina Misericórdia foi feita a partir de uma revelação particular de Jesus a Santa Faustina: raios de graças se derramam a partir do coração misericordioso de Jesus. E recomenda-se a repetição da jaculatória, tradicional na Igreja: “Jesus, eu confio em vós”. No meu tempo de seminário, aprendi assim: “Jesus, eu confio e espero em vós”.

Aos sacerdotes solicita-se a pregação sobre o amor misericordioso do Salvador para com a humanidade. A partir do exemplo de Jesus Cristo, vai o convite à imitação, discípulos que somos do Divino Mestre.

Entre os exemplos modernos, temos a Madre Teresa de Calcutá. Conta-se que Santa Rosa de Lima, quando a mãe a repreendeu por manter em casa pobres e doentes, respondeu: “Quando servimos os pobres e doentes, servimos a Jesus”.

Num mundo de ódio, de tristeza, de violência, de guerra, de cólera e de rancor, a misericórdia desperta a alegria, fruto do amor e do perdão. A cultura moderna gosta de exaltar a felicidade. Um coração rancoroso é triste e infeliz. Ao contrário, a pessoa misericordiosa elimina a tristeza e fica invadida de alegria. O amor é alegria. Deus é amor.

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