Neste Domingo 3 de Abril na Missa Dominical das 10:30 e no terço da Parte da Tarde as 15:00 se realizara a Festa do Apostolado da Divina Misericordia em Galegos Santa Maria, Barcelos-Braga
sábado, 2 de abril de 2016
FESTA DA DIVINA MISERICÓRDIA
Neste Domingo 3 de Abril na Missa Dominical das 10:30 e no terço da Parte da Tarde as 15:00 se realizara a Festa do Apostolado da Divina Misericordia em Galegos Santa Maria, Barcelos-Braga
sexta-feira, 18 de março de 2016
Vida Consagrada: Fundador dos Padres Marianos é canonizado a 05 de junho
Congregação vai promover congresso da Misericórdia, em Fátima
Fátima, Santarém, 17 mar 2016 (Ecclesia) – O Papa Francisco anunciou a canonização do fundador da Congregação dos Marianos da Imaculada Conceição da Beatíssima Virgem Maria, para o dia 05 de junho.
Num comunicado enviado hoje à Agência ECCLESIA, o gabinete de comunicação do Vicariato Português do Padres Marianos informa que o superior geral da congregação destacou que a “rápida canonização é um presente” para esses religiosos e para toda a Igreja.
“O seu exemplo de total dedicação a Cristo e à Igreja, seguindo o exemplo da Imaculada Mãe de Nosso Senhor, é tão grande que nos atrairá mais a uma vida santa”, observou o padre Andrzej Pakula.
Segundo o comunicado, Estanislau Papczysnki, religioso polaco beatificado em 2007, é recordado como “um zeloso e fiel religioso, amante da vida consagrada, que pregou e praticou o amor a Deus e ao próximo”.
“Foi um profícuo escritor de livros de espiritualidade para promover a confiança à misericórdia de Deus e a santidade dos religiosos e dos leigos”, acrescenta sobre o fundador da primeira ordem masculina dedicada à Imaculada Conceição da Bem-Aventurada Virgem Maria.
O Vicariato Português assinala que o beato Estanislau Papczysnki vai ser considerado santo pela Igreja “graças a um surpreendente milagre que foi atribuído à sua poderosa intercessão”.
“O milagre foi a cura de uma jovem polaca, de 20 anos, a quem os médicos já tinham desligado os aparelhos que mantinham a sua respiração. A mãe da jovem ficou muito consternada e foi rezar onde uma mulher, vendo-a a chorar, entregou-lhe um folheto com uma novena para pedir a intercessão do Beato Estanislau”, conta a congregação.
Uma equipa médica da Santa Sé analisou o caso e afirmou, por unanimidade, que a cura da jovem não tem explicação científica ou natural, a 17 de setembro de 2015, no 314.° aniversário da morte do beato.
A 05 de junho, vai ser também canonizada fundadora da Ordem do Santíssimo Salvador de Santa Brígida, religiosa sueca Maria Elisabeth Hesselblad (1870-1957), dedicada a trabalhar e a rezar pela unidade dos cristãos da Escandinávia.
Estanislau Papczynski faleceu no dia 17 de setembro de 1701 em Góra Kalwaria, perto de Varsóvia, tendo sido beatificado a 16 de setembro de 2007 no santuário mariano de Lichen, no norte da Polónia, pelo cardeal Tarcísio Bertone, então secretário de Estado da Santa Sé.
A congregação que foi implantada em Portugal, em 1754, pelo venerável Servo de Deus frei Casimiro Wyszynki, vai promover um Congresso da Misericórdia, no âmbito do Ano Santo, entre os dias 30 de março e 3 de abril.
Esta terça-feira, o Papa Francisco anunciou também que a canonização de Madre Teresa de Calcutá vai ser celebrada a 4 de setembro, a decisão foi tomada depois de um consistório (reunião de cardeais) ordinário que votou mais duas causas de canonização.
A canonização, ato reservado ao Papa desde o século XIII, é a confirmação, por parte da Igreja Católica, que um fiel católico é digno de culto público universal (os beatos têm culto local) e de ser apresentado aos fiéis como intercessor e modelo de santidade.
domingo, 6 de março de 2016
Iémen: Papa condena «violência sem sentido e diabólica» que vitimou quatro missionárias da caridade
Ataque terrorista matou outras 12 pessoas
Cidade do Vaticano 05 mar 2016 (Ecclesia) – O Papa Francisco enviou uma mensagem de condolências pelas vítimas do atentado terrorista no Iémen, 4 religiosas Missionárias da Caritade e 12 colaboradores da comunidade, um “ato de violência sem sentido e diabólica”.
“O Papa Francisco ficou chocado e profundamente triste ao saber da morte de quatro Missionárias da Caridade e outras 12 pessoas num lar de idosos em Aden. Ele assegura as suas orações pelas vítimas e a sua proximidade espiritual para com as suas famílias e todos os que sofreram com este ato de violência sem sentido e diabólica”, refere a mensagem assinada pelo cardeal secretário de Estado do Vaticano.
Esta sexta-feira, o vigário apostólico para a Arábia meridional, D. Paul Hinder, revelou à agência AsiaNews que pessoas em uniforme entraram no convento e o asilo fundado por Madre Teresa de Calcutá na cidade de Aden, matando o guarda e os empregados que se atravessaram no seu caminho.
“Depois chegaram às irmãs e dispararam: quatro morreram e uma delas conseguiu esconder-se, salvando-se. Agora está num local seguro”, refere o responsável católico pelo território, para quem o ataque tem “motivos religiosos”.
As vítimas eram naturais da Índia, Quénia e Ruanda (duas religiosas).
Na mensagem publicada hoje pela Sala de Imprensa da Santa Sé, Francisco pede que todas as partes do conflito "renunciem à violência, renovem o seu empenho com o povo do Iémen, especialmente os mais necessitados", que as Missionárias de Madre Teresa "têm tentado servir".
“Ele reza para que esta matança sem sentido desperte as consciências, leve a uma mudança do coração e inspire todas as partes a depor as armas e iniciar o caminho do diálogo”, refere a mensagem que o cardeal Pietro Parolin subscreve, em nome do Papa.
De acordo com a Rádio Vaticana, os atacantes terão também sequestrado o padre Tom Uzhunnalil, um sacerdote salesiano indiano que vivia na comunidade e que, na ocasião do atentado, "estava na capela a rezar".
O sacerdote encontrava-se no convento depois de a sua igreja da Sagrada Família, em Áden, ter sido saqueada e incendiada por homens armados não identificados, no passado mês de setembro.
Para D. Paul Hinder, estes atentados são um “sinal claro” de perseguição por causa da religião.
sábado, 23 de janeiro de 2016
Vaticano: Papa desafia bispos a descobrir novas formas de anunciar «milagre» da misericórdia
Francisco recorda prioridades do ano santo extraordinário
Cidade do Vaticano, 23 jan 2016 (Ecclesia) – O Papa defendeu que os responsáveis católicos têm de encontrar “novas maneiras” para anunciar o milagre da “Misericórdia” de Deus, em foco no ano santo extraordinário que decorre até novembro.
A mensagem foi transmitida aos bispos filipinos durante a sua 112ª assembleia plenária que prossegue até o próximo domingo.
A carta, assinada pelo secretário de Estado do Vaticano, cardeal Pietro Parolin, foi lida pelo núncio apostólico nas Filipinas, D. Giuseppe Pinto, durante a Missa de abertura dos trabalhos da Conferência Episcopal das Filipinas.
O documento reafirma a convicção de que a tarefa prioritária da Igreja é anunciar “o amor duradouro de Deus” a todos os homens, e manifesta o desejo de que o Jubileu da Misericórdia seja realmente uma ocasião “para fixar um olhar ainda mais atento sobre a misericórdia a fim de que se possa tornar um sinal mais eloquente da ação do Pai”.
Entre os vários temas abordados pelos bispos filipinos estão as próximas eleições presidenciais e legislativas de 9 de maio.
Outro tema é o 51.° Congresso Eucarístico Internacional que se abre neste domingo, em Cebu, com mais de 10 mil participantes provenientes de 57 nações, para além da presença de 20 cardeais e 50 bispos asiáticos.
O tema escolhido para o congresso é ‘Cristo em vós, esperança da glória’.
sábado, 9 de janeiro de 2016
Jubileu da Misericórdia em 7 passos
"Decidi convocar um Jubileu Extraordinário que tenha o seu centro na Misericórdia de Deus. Será um Ano Santo da Misericórdia."
Foi com estas palavras que o Papa Francisco anunciou o Jubileu da Misericórdia, no dia 13 de Março, segundo aniversário da sua eleição ao Pontificado, durante a celebração da penitência presidida na basílica vaticana.
Para compreenderes melhor o que é um Jubileu demos resposta a 7 questões que muitos de nós se fazem neste momento.
O que é um Jubileu?
A celebração do Jubileu católico tem origem no Jubileu hebraico, onde a cada 50 anos, durante um ano, chamado ano sabático, eram libertados escravos, as dívidas eram perdoadas e as terras deixavam de ser cultivadas, entre outras coisas. Estas comemorações são referenciadas na Bíblia, nomeadamente em Levítico (LV 25,8). Na tradição católica o jubileu tem também a duração de um ano, mas tem um sentido mais espiritual, consistindo no perdão dos pecados dos fiéis que cumprem certas disposições eclesiais estabelecidas pelo Vaticano (Indulgências).
De onde surge a palavra Jubileu?
A palavra Jubileu vem do hebraico "yobel" que faz alusão ao chifre do cordeiro que servia como instrumento. Jubileu provém também da palavra latina "iubilum" que significa "grito de alegria".
Qual a diferença entre Jubileu e Ano Santo?
A celebração de um Jubileu ocorre durante um ano, daí que esse ano seja chamado "Ano Santo" ou "Ano Jubilar. A designação de "Ano Santo" começou a ser utilizada pelo Papa Sisto IV no Jubileu de 1475.
De quanto em quanto tempo se realiza um Jubileu?
O Jubileu pode ser ordinário ou extraordinário. Se a celebração de um Ano Santo ordinário ocorre a cada 25 anos, o Ano Santo extraordinário é proclamado pelo Papa sempre que pretenda celebrar algum facto de forma especial.
Quando se realizará o Jubileu da Misericórdia?
O Jubileu da Misericórdia, é um Jubileu extraordinário e o seu início será assinalado oficialmente a 8 de Dezembro, dia da Imaculada Conceição, com a abertura da Porta Santa da Basílica de São Pedro. Neste dia celebra-se também o 50º aniversário da conclusão do Concílio Vaticano II. O encerramento do Ano Santo será no dia 20 de novembro de 2016.
Este é o primeiro jubileu desde o que foi convocado por João Paulo II, em 2000, para assinalar o início do terceiro milénio.
Este é o primeiro jubileu desde o que foi convocado por João Paulo II, em 2000, para assinalar o início do terceiro milénio.
Porque se abre a Porta Santa no início do Jubileu?
A Porta Santa só se abre durante um Ano Santo e significa que se abre um caminho extraordinário para a salvação. Na cerimónia de abertura, o Papa toca a porta com um martelo 3 vezes enquanto diz: "Aperite mihi leva justitiae, ingressus in eas confitebor Domino" que significa "Abram-me as portas da justiça; entrando por elas confessarei ao Senhor".
Depois de aberta, entoa-se o Te Deum e o Papa atravessa esta porta com os seus colaboradores.
Depois de aberta, entoa-se o Te Deum e o Papa atravessa esta porta com os seus colaboradores.
Porque convocou o Papa Francisco este Ano Santo?
«Pensei muitas vezes no modo como a Igreja pode tornar mais evidente a sua missão de ser testemunha da misericórdia. É um caminho que começa com uma conversão espiritual; e devemos fazer este caminho." – justificou o Papa Francisco aquando do anúncio oficial do 29º Jubileu da história da Igreja, defendendo que «ninguém pode ser excluído da misericórdia de Deus» e que a Igreja «é a casa que acolhe todos e não recusa ninguém».
«As suas portas estão escancaradas para que todos os que são tocados pela graça possam encontrar a certeza do perdão. Quanto maior é o pecado, maior deve ser o amor que a Igreja manifesta aos que se convertem», realçou.
«As suas portas estão escancaradas para que todos os que são tocados pela graça possam encontrar a certeza do perdão. Quanto maior é o pecado, maior deve ser o amor que a Igreja manifesta aos que se convertem», realçou.
Ler mais em: http://www.cristojovem.com/recursos/formacao-e-estudo/2655-jubileu-da-misericordia-em-7-passos
sábado, 26 de dezembro de 2015
Vaticano: Papa lembra mártires de hoje e convida ao perdão
Francisco pede que famílias se deixem contagiar pela misericórdia
Cidade do Vaticano, 26 dez 2015 (Ecclesia) – O Papa recordou hoje no Vaticano os cristãos perseguidos por causa da sua fé, no dia em que a Igreja Católica celebra a memória do seu primeiro mártir, Santo Estêvão, e convidou todos a promover o “perdão”.
“Confiamos à Virgem Maria os que – e infelizmente são muitíssimos -, como Santo Estêvão, sofrem perseguições por causa da fé, os nossos tantos mártires de hoje”, disse Francisco, desde a janela do apartamento pontifício perante milhares de pessoas reunidas na Praça de São Pedro para a recitação do ângelus.
A intervenção convidou os católicos a “receber e dar o perdão”, vivendo assim no seu dia a dia com um espírito de misericórdia.
“Como o nosso Pai celeste, tornemo-nos também nós misericordiosos, para que através do perdão vençamos o mal com o bem, transformemos o ódio em amor e deixemos assim o mundo mais limpo”, apelou o Papa.
Para Francisco, as “trevas” do mal são vencidas pela “luz do amor, que supera o ódio e inaugura um mundo novo”.
O Papa disse que só a capacidade de pedir e oferecer o perdão é capaz de quebrar as “correntes do rancor”.
A intervenção surge dias depois de a comunidade cristã que vive no campo de refugiados de Mar Elias, no Iraque, ter enviado uma mensagem a perdoar os jihadistas do autoproclamado Estado Islâmico que os perseguiram, ameaçaram e conduziram à situação em que se encontram.
Francisco deixou votos de que a “contemplação do Menino Jesus”, nestes dias de celebração natalícia, inspire todos para uma “atitude de misericórdia e de amor”, nas famílias, nas comunidades católicas e em toda a sociedade.
O Papa agradeceu depois as “muitas mensagens” de Natal que recebeu nas últimas semanas.
“Não me é possível responder a cada um, por isso, exprimo hoje a todos o meu sentido agradecimento, especialmente pelo dom da oração”, disse.
O programa natalício do pontífice argentino prossegue este domingo com a Missa na festa da Santa Família, a partir das 10h00 (menos uma em Lisboa), na Basílica de São Pedro, celebração que vai representar o Jubileu das Famílias no ano santo extraordinário da misericórdia.
sexta-feira, 18 de dezembro de 2015
Jubileu: Papa abriu «Porta da Caridade» em refeitório da Cáritas (direto)
Francisco recordou que Jesus escolheu as «periferias» para nascer
Cidade do Vaticano, 18 dez 2015 (Ecclesia) - O Papa abriu hoje a Porta Santa da Caridade no albergue “Don Luigi Di Liegro” e o refeitório “São João Paolo II” na Estação Termini, do centro de Roma.
Esta foi a quarta Porta Santa a ser aberta por Francisco no contexto do Jubileu da Misericórdia (dezembro2015-novembro2016).
O Papa foi acompanhado por quatro hóspedes do albergue, que levaram a Cruz, o Missal e as velas, seguindo-se o padre Enrico Feroci, diretor da Cáritas de Roma, e três sacerdotes colaboradores do organismo diocesano.
Durante a procissão foram entoadas as ladainhas de oração aos santos, como São Felipe Neri, Santa Fabíola (a quem é dedicada a Capela do albergue), Santa Jacinta (a quem é dedicada a Cidadela da Caridade de Ponte Casilino), São Damião de Molokai (a quem é dedicada a Capela da ‘Casas família para os doentes de Sida’ de Villa Glori), São João Paulo II, o Beato Oscar Romero e a Beata Madre Teresa de Calcutá.
Francisco atravessou a Porta Santa, passando debaixo do mosaico realizado pelo sacerdote jesuíta Marko Ivan Rupnik, mostrando o ícone do Jubileu.
Dentro do refeitório, 200 hóspedes do albergue receberam o Papa, representando todos os Centros de Acolhimento da Cáritas de Roma.
A Missa foi uma celebração privada do pontífice argentino com estes hóspedes, acompanhados por alguns voluntários e funcionários.
Na homilia da celebração, Francisco começou por recordar que Jesus não escolheu "uma grande cidade, de um grande império" nem um "palácio de luxo", quase como se "tudo tivesses feito intencionalmente" às "escondidas.
Jesus nasce "numa aldeia perdida das periferias" do Império Romano, que "ninguém conhecia", num contexto de "simplicidade".
O Papa recordou depois que José e Maria tiveram de enfrentar a "rejeição", os comentários das pessoas, "a calúnia".
"Deus vem salvar-nos, não encontra melhor maneira para o fazer do que caminhar connosco", disse.
"Se queres encontrar Deus, procura-o na humildade, procura-o na pobreza, onde ele está escondido: nos necessitados, nos mais necessitados, os doentes, os que têm fome, os presos", acrescentou.
O albergue Don Luigi di Liegro e o refeitório São João Paulo II são duas estruturas de acolhida para sem-abrigo: o primeiro recebe 195 pessoas, todas as noites; no refeitório, por sua vez, são servidos 500 jantares.
terça-feira, 1 de dezembro de 2015
Beja: «Atmosfera fazer Mundo e adversa à Cultura da Misericórdia», Bispos lamentam
D. António Vitalino e D. João Marcos incentivam os crentes à vivência do Jubileu convocado cabelo Papa
Beja, 01 dez 2015 - Bispos ósmio de da Diocese de Beja na Mensagem Para o Jubileu da Misericórdia incentivam OS Fiéis uma "Acolher, cultivar e dar Testemunho" da Misericórdia nsa Diversos Contextos SEJA paroquial, diocesano e familiares e apelam à "Reconciliação "com Deus.
"Convertamo-nsa à Misericórdia de Deus Que nsa Revela A Nossa Miséria, nos Põe na humildade e nsa Mostra uma necessidade absoluta de sermos salvos Desta Ilusão Hoje Tão propagada De que precisamos d'ELE NÃO Felizes Para Ser. Reconciliemo-nsa com Deus ", escrevem prelados OS.
Na Mensagem enviada à Agência ECCLESIA, D. António Vitalino e D. João Marcos pedem que no seio de Cada Comunidade Cristã SEJA cultiva uma Misericórdia que "Não Tem condições Pará se desenvolver fóruns dela".
"A atmosfera ácida do Mundo em Que Vivemos E adversa à cultura da Misericórdia, mas O Mundo Precisa dos SEUS frutos parágrafo subsistir", afirmam.
Neste contexto, Bispos OS de da Diocese de Beja explicam that uma Igreja "E uma estufa" Onde a "árvore da Misericórdia" PODE "desenvolver-se, Florescer e frutificar" e Onde OS crentes aprendem "a julgar Não, um Perdoar, a orar em Comum, a praticar um Rectificação fraterna ".
"Nossas Nas paróquias e na Nossa diocese procuradoria Cada hum Acolher a Misericórdia, cultivar uma Misericórdia Sobretudo na Igreja e na Família, e dar Testemunho da Misericórdia", desenvolvem.
D. António Vitalino e D. João Marcos indicam Quais São As Sete Obras de Misericórdia Espirituais e como sete Corporais convidando a diocese um "Aprender de cor ea praticar como catorze".
"Podemos resumi-las em catorze verbos: Alimentar, dessedentar, agasalhar, albergar, Curar, Visitar e sepultar; aconselhar, ensinar, Corrigir, consolar, Perdoar, suportar e orar ", acrescentam.
O Jubileu Extraordinário da Misericórdia, convocado cabelo Papa Francisco, celebra-se de 8 de dezembro a 20 de novembro de 2016 ea Diocese de Beja E convidada a Uma ea "Peregrinação jubilar" atravessar um Papai Porta parágrafo receberem o dom da indulgência plenária.
Na Mensagem, OS Bispos destacam that parágrafo se uma indulgência plenária Receber Para Além de "uma Confissão Bem Feita, Participar na Eucaristia e comungar sacramentalmente" E necessary also "proclamar o Credo e rezar Pelas intenções do Papa".
Os Bispos diocesanos convidam TAMBÉM OS Fiéis Pará uma abertura solene da Porta de Santa, no dia 13 de dezembro, Quando celebram um also Dedicação fazer novo altar da Sé.
Os Diversos arciprestados Já TEM agendadas peregrinações à Sé de Beja e destacam-se como AINDA de Encerramento do Ano da Vida Consagrada, dia 30 de janeiro de 2016; o Fórum Jovem, a 19 de março, EO Jubileu dos Diáconos, a 29 de maio.
A Peregrinação Diocesana Ao Santuário de Fátima Onde Vao "confiar" a Nossa Senhora como "CONCLUSÕES fazer Sínodo Diocesano" Realiza-se a 25 e 26 de junho.
quinta-feira, 19 de novembro de 2015
Comunidade Vida e Paz: Festa de Natal com como sem-Abrigo PESSOAS
De 18 de dezembro a universitária na Cidade 20, em Lisboa.
Lisboa, 19 nov 2015 (Ecclesia) - A «Comunidade Vida e Paz» Realiza O Encontro de Natal COM PESSOAS em Situação de sem-Abrigo, de 18 a 20 de dezembro, na cantina 1 da Cidade Universitária, em Lisboa.
O tema Deste ano E «Juntos construímos Comunidade» e Os Dois Primeiros Dias da festa - sexta e sábado - uma entrada Será, Feita APENAS COM Convite.
Estes dias VAO "Às reservados PESSOAS apoiadas Pelas Equipas de rua da Comunidade Vida e Paz com quem de Ao Longo do Ano E estabelecida Uma Relação de Proximidade", REFERÊ Uma nota enviada à Agência ECCLESIA.
Como E UMA festa Para Ser Vivida em Família, o Propósito "E festejar a quadra Natalícia com como PESSOAS, POR ISSO São convidadas de forma personalizada e Terao Toda a Equipa de Voluntários e Colaboradores Ao Seu dispôr", acrescenta.
Nenhuma dia Ultimo, o evento Acolhe como "demais Pessoas e FAMÍLIAS carenciadas UO em Situação de vulnerabilidade social à semelhança das Edições Anteriores", le-se na nota.
Incluidos na Rede de Serviços oferecidos no-se CONTAM a Prestação de Cuidados de Saúde, Apoio Jurídico local, Cartão de Cidadão, Acompanhamento na Elaboração de currículo vitae e Resolução de Necessidades Básicas de Como higiene, Vestuário e Alimentação.
Nenhuma «Espaço Aberto Ao Diálogo» vai Estar Uma Equipa de técnicos da Comunidade Vida e Paz que "Acolhe, motiva e orienta OS Convidados that PECAM Apoio Pará como Estruturas da Instituição OU OUTRAS encaminha parágrafo respostas Que Sejam Mais adequadas".
A festa de Natal da Comunidade Vida e Paz Depende "integralmente dos contributos provenientes dos Vários Sectores da sociedade e NÃO seria Possível sem o Apoio de Entidades Como a Universidade de Lisboa, o Exército Português e dos Donativos de hum Número Significativo de Empresas e Particulares, o Empenho e Dedicação total de de Uma fantástica Equipa de Voluntários e Profissionais ", adianta o comunicado.
Em 2014, uma festa de Natal Contou "com 2.354 Convidados, tendão Sido servidas 3.000 refeições nsa Três dias" e estiveram PRESENTES 1.165 Voluntários.
domingo, 18 de outubro de 2015
Vaticano: Papa canonizou pais de Santa Teresinha
São Louis Martin (1823-1894) e Santa Zélie Guérin Martin (1831-1877) são primeiro casal a ser canonizado em conjunto
Cidade do Vaticano, 18 out 2015 (Ecclesia) – O Papa Francisco canonizou hoje no Vaticano os pais de Santa Teresinha, primeiro casal a ser canonizado em conjunto, com exceção dos casos de martírio.
São Louis Martin (1823-1894) e Santa Zélie Guérin Martin (1831-1877) foram proclamados santos durante uma cerimónia que reúne milhares de pessoas na Praça de São Pedro.
Francisco disse que os novos santos "viveram o serviço cristão na família, construindo dia após dia um ambiente cheio de fé e amor; e, neste clima, germinaram as vocações das filhas, nomeadamente a de Santa Teresinha do Menino Jesus".
Na sua homilia, o Papa sustentou que há "incompatibilidade entre ambições e carreirismo e o seguimento de Cristo; incompatibilidade entre honras, sucesso, fama, triunfos terrenos e a lógica de Cristo crucificado".
Simbolicamente, a canonização aconteceu durante o Sínodo dos Bispos sobre a família, que decorre até ao próximo dia 25, e no Dia Mundial das Missões, de que Santa Teresa do Menino Jesus é padroeira.
Os pais de Santa Teresinha foram declarados beatos pelo Papa emérito Bento XVI, a 19 de outubro de 2008, numa cerimónia presidida em Lisieux (França) pelo cardeal português D. José Saraiva Martins.
Louis, relojoeiro, e Zélie Martin, bordadeira, casaram-se em 1858 e tiveram nove filhos: quatro faleceram ainda na infância e cinco filhas seguiram a vida religiosa.
Para a canonização foram reconhecidas duas curas tidas como milagrosas: Pietro, criança italiana nascida em 2002, com uma malformação pulmonar, e Carmen, nascida em Espanha no ano de 2008, prematura e com uma grave hemorragia familiar.
As relíquias dos novos santos foram levadas pelas duas crianças durante a Missa.
O Papa canonizou ainda Vincenzo Grossi (Itália, 1845-1917), padre diocesano, fundador do Instituto das Filhas do Oratório, e Maria da Imaculada Conceição (Espanha, 1926-1998), religiosa da Congregação das Irmãs da Companhia da Cruz.
"São Vicente Grossi foi pároco zeloso, sempre atento às necessidades do seu povo, especialmente à fragilidade dos jovens. Com ardor, repartiu o pão da Palavra para todos e tornou-se bom samaritano para os mais necessitados", recordou Francisco.
"Santa Maria da Imaculada Conceição serviu pessoalmente, com grande humildade, os últimos, com uma atenção especial aos filhos dos pobres e aos doentes", acrescentou.
A canonização, ato reservado à Santa Sé desde o século XIII, é a confirmação, por parte da Igreja Católica, de que um fiel católico é digno de culto público universal e de ser apresentado aos fiéis como intercessor e modelo de santidade.
"O testemunho luminoso destes novos Santos impele-nos a perseverar no caminho dum serviço alegre aos irmãos, confiando na ajuda de Deus e na protecção materna de Maria. Que eles, do Céu, velem sobre nós e nos apoiem com a sua poderosa intercessão", concluiu o Papa.
sexta-feira, 2 de outubro de 2015
Algarve: Bispo antecipou Jubileu da Misericórdia, pedindo um «testemunho cristão mais forte»
D. Manuel Quintas acredita que será um Ano Santo «extraordinário»
Faro, 30 set 2015 (Ecclesia) – O bispo do Algarve espera que o Jubileu da Misericórdia convocado pelo Papa Francisco contribua para “revitalizar a fé” das comunidades, naquela que é a sua ação solidária e próxima aos que mais precisam.
“Se nos deixamos conduzir por esta dimensão da misericórdia e envolver por aquilo que ela significa será um ano extraordinário”, salientou D. Manuel Quintas, em declarações veiculadas esta terça-feira pela edição online do jornal “Folha do Domingo”.
O Ano Santo dedicado à Misericórdia vai decorrer entre 8 de dezembro deste ano e 20 de novembro de 2016.
Numa mensagem deixada durante a última assembleia diocesana do Algarve, que contou com a presença de centenas de representantes dos vários serviços pastorais e movimentos da região, D. Manuel Quintas exortou as comunidades a darem ao longo do próximo ano um “testemunho cristão mais forte, convicto e decidido”.
Destacou também as propostas que o Papa Francisco deixou para a vivência do Jubileu, desde assumir a misericórdia como um “estilo pessoal” de vida à “recuperação do valor do silêncio” enquanto forma de “contemplar a misericórdia de Deus”.
“Tudo isto leva-nos aos outros, de modo a transformar a sua vida e a procurar, sobretudo, que essa vida tenha a dignidade que não tem”, disse o bispo algarvio.
Ao longo do Ano Santo, D. Manuel Quintas vai apostar na ligação entre o tema da misericórdia e o batismo ou a confissão.
Sobre o batismo, o prelado sustentou que a “redescoberta” deste sacramento “será a referência purificadora do Ano da Misericórdia”, uma vez que “o sentido da conversão começa pela redescoberta e valorização do batismo”.
Quanto à confissão, D. Manuel Quintas apontou a necessidade de se encontrarem espaços “mais adequados para a celebração da reconciliação para que se possa dignificar o espaço onde se celebra o sacramento”.
domingo, 13 de setembro de 2015
«Ad Limina»: Papa Francisco quer 1000 «missionários da misericórdia» a pregar e a confessar em todo o mundo
Portugal terá cerca de Duas dezenas, soube Hoje a Conferência Episcopal
Paulo Rocha, enviado da Agência ECCLESIA Ao Vaticano
Cidade do Vaticano, 11 set 2015 (Ecclesia) - O presidente da Comissao Episcopal Missão e Nova Evangelização (CEMNV) Hoje Disse à Agência ECCLESIA that Portugal vai ter cerca de Duas dezenas de "Missionários da Misericórdia" para pregar e absolver OS Pecados reservados normalmente Ao Papa.
"O Papa Quer Que existam 1.000 Missionários em Todo o Mundo, em Portugal Ficara Mais ou Menos hum POR Cada diocese", Disse D. Manuel Linda Apos o Encontro com o Conselho Pontifício Para a Nova Evangelização, that organiza o Jubileu da Misericórdia, Realizado NÃO Âmbito da visita "ad Limina Apostolorum".
O Jubileu da Misericórdia foi proposto Cabelo Papa Francisco para á Igreja Católica e vai Começar Nenhum dia 8 de dezembro e decorrer Até Ao dia 20 de novembro de 2016.
O presidente da CEMNV adiantou que "PODE Acontecer that algumas dioceses se associem" e MESMA pessoa SEJA POR Responsável este Setor em Maïs Fazer Que Uma.
De hum uma com a Acordo D. Manuel Linda, OS Missionários da Misericórdia devem "pregar a Misericórdia" e absolver em Confissão OS "Pecados reservados Apostólica A se, AO Santo Padre, Mas que de ELE admitir Uma possibilidade de Serem perdoados POR PESSOAS essas Ao Longo Fazer Jubileu da Misericórdia, especialmente Durante a Quaresma ".
O presidente da CEMNV adiantou Que OS Missionários da Misericórdia de todo o Mundo Terao hum Encontro de Dois Dias com o Papa EO Processo de nomeação dos de Portugal Sera, analisado na Próxima Assembleia da Conferência Episcopal Portuguesa.
O Encontro Nenhum Paragrafo Conselho Pontifício Uma Nova Evangelização, Que decorreu no Âmbito da visita "ad Limina Apostolorum" fazer episcopado português Ao Vaticano, analisou also o Percurso de Renovação da pastoral da Igreja em Portugal e temas Relacionados com a catequese.
Para D. Manuel Linda, E necessary "fazer da catequese hum dos momentos privilegiados da nova Evangelização", abandonando o pressuposto de que "Já há Uma iniciação à fé" e assumindo o Percurso catequético Como "uma iniciação".
Os Bispos de Portugal estao a Realizar Uma visita "ad Limina 'ao Vaticano desde segunda-feira, com hum Programa that inclui Encontros com OS Diferentes Organismos da Santa Sé e Terminais este sábado com a Celebração da Missa no Pontifício Colégio Português.
sexta-feira, 7 de agosto de 2015
Igreja: Jornadas Nacionais de Catequistas 2015 refletem sobre a misericórdia
Encontro Realiza-se de 25 a 27 de setembro, no Centro Pastoral Paulo VI, em Fátima
Lisboa, 06 ago 2015 (Ecclesia) - Como Jornadas Nacionais de Catequistas 2015 TEM Como tema 'Educar na Misericórdia de Deus' e São hum Espaço e Encontro e Formação Entre 25 a 27 de setembro, no Centro Pastoral Paulo VI, em Fátima.
"A Formação, destinada a Catequistas de todo o país, em plena Acontece Semana Nacional da Educação Cristã e TEM Como Ponto de Partida com a Bula Misericordiae vultus uma Qual o Papa Francisco convocou o Ano Santo da Misericórdia Para toda a Igreja", Explica Departamento de Catequese, fazer Secretariado Nacional de Educação Cristã (SNEC).
A Organização informa also that como Inscrições Para esta atividade não encerram dia 11 de setembro.
Os Trabalhos das JNC2015 começam com oa Sessão de boas vinda POR D. António Moiteiro, vogal da Comissao Episcopal da Educação Cristã e da Doutrina da Fé, Pelas 21h15, nenhum dia 25 de setembro.
Passado 15 Minutos E apresentado O Primeiro tema: "A Misericórdia de Deus na Bíblia", cabelo padre Júlio Franclim do Couto Pacheco, biblista de da Diocese de Aveiro.
O dia 26 de setembro comeca com uma Celebração da Eucaristia e As 10h30, D. António Moiteiro, bispo de Aveiro, apresenta «A Missão de anunciar a Misericórdia de Deus na Catequese».
"Os Sacramentos da Misericórdia" São apresentados AOS catequistas cabelo Diretor do Departamento da Liturgia fazer Patriarcado de Lisboa, o Cónego Luís Manuel Pereira da Silva, à partir das 12h00.
Para a tarde fazer Segundo dia de JNC2015, o Departamento da Catequese fazer SNEC preparou Uma tarde de Conferências Temáticas e ateliês de Formação e à Noite o "habitual Serao cultural", como 21h30.
Uma série de Conferências TEM Quatro temas: Despertar Religioso das Crianças; Catequese Familiar; Catequese dos Adolescentes e Pedagogia do Serviço e Escola Paroquial de Pais.
Por SUA vez, Os ateliês de Formação Vao refletir Sobre a "1.º e 2.º fase do Processo catequético" analisando OS Diferentes catecismos e Percursos formativos fazer 1.º Ao 6.º do volume da catequese.
A "Prática da Misericórdia" E uma proposal PARA O ultimo dia de JNC2015, that comeca com uma Eucaristia na Basílica da Santíssima Trindade presidida cabelo bispo auxiliar de Lisboa e Vogal da Comissao Episcopal da Educação Cristã e Doutrina da Fé, D. Nuno Brás.
Às 10h30 o padre José Manuel Pereira de Almeida, Coordenador Nacional da Pastoral da Saúde, apresenta uma CONFERÊNCIA "Catequese e Prática da Misericórdia" Partir das EA 12h10, o Departamento Nacional da Catequese Dara um conhecer o Seu Programa e Os Novos Manuais uma carga fazer Secretariado Nacional da Educação Cristã.
Como Jornadas Nacionais de Catequistas 2015 terminam no dia 27 de setembro, Pelas 12h45, com o envio dos catequistas Pará como SUAS comunidades.
sexta-feira, 24 de julho de 2015
Voluntariado: 900 portugueses envolvidos em projetos de voluntariado
276 pessoas preparam-se para partir em missão e 624 voluntários ficam em Portugal
Lisboa, 24 jul 2015 (Ecclesia) – A Fundação Fé e Cooperação dinamiza a Rede de Voluntariado Missionário, composta por 61 entidades, que este ano mobiliza 900 portugueses que concretizam projetos em diferentes áreas de ação e realidades, depois de um programa de formação comum.
“Constatamos uma diminuição em relação ao ano anterior do número de pessoas que parte em missão ad gentes. As razões podem ser variadas, mas uma delas prende-se com o facto de não termos os dados de todas as 61 entidades que integram a rede de voluntariado”, explica Catarina António, da Fundação Fé e Cooperação (FEC).
Na mais recente edição do Semanário digital ECCLESIA, a gestora de projetos comenta que a diminuição de candidatos pode estar relacionada com o “momento” que o país atravessa.
“Chega a ser cliché falar da crise económica, mas a verdade é que para partir é preciso meios financeiros. Os voluntários pagam as viagens e nem todos têm a capacidade de largar o que têm e investir num projeto ad gentes”, desenvolve.
Dos 900 portugueses que estão envolvidos em ações missionárias este ano, 276 preparam-se para partir em missão e 624 voluntários vão participar em projeto em Portugal, com 44 entidades.
“São essencialmente atividades de animação sociocultural, trabalho pastoral, junto de jovens e crianças, também imigrantes e idosos” através de uma ação mais continuada, semanalmente, mensalmente.
Deste número a “grande maioria” são estudantes, entre os 18 e os 30 anos, outros aproveitam as férias e há ainda casos de quem deixe o emprego para partir em missão: “Registamos oito casos este ano em projeto de curta ou longa duração.”
Catarina António não sabe se existem garantias que estes voluntários missionários vão recuperar o posto de trabalho quando regressarem mas destaca a entrega “à missão e a Deus”, vão na “crença de que é uma experiência gratuita e que Deus providenciará”.
Os países de destino são maioritariamente de língua e expressão portuguesa, como Moçambique, Cabo Verde, Angola, São Tomé e Príncipe, Brasil e Guiné-Bissau mas em 2015 a FEC registou a partida de voluntários para a Bolívia e Perú.
“Vão-se descobrindo novas necessidades, são projetos que estão em curso onde os voluntários se integram. Há um levantamento prévio que as organizações fazem e consoante as necessidades os voluntários são canalizados para essas atividades nessas missões”, revela a gestora de projetos da Fundação Fé e Cooperação.
Segundo a entrevistada, as áreas de ação no terreno são “essencialmente” a educação e a formação, há ainda muito trabalho pastoral e “cada vez mais” existe a disponibilidade de pessoas da “área da saúde”.
Quando partem os voluntários missionários inserem-se em projetos que já estão em curso porque “não faz sentido” que um projeto de 15 dia ou um mês seja “gerado um novo sem ser integrado numa realidade”.
“São voluntários que vão integrados em grupos específicos que têm contacto com a realidade e que fazem o projeto tendo em conta as realidades locais”.
A responsável, pela sua experiência pessoal, revela ainda que “concorda em pleno” com o “chavão” que os missionários recebem “muito mais” do que deram e voltam “transformados”.
“Isso é transversal ao longo dos anos que a Rede acompanha esta realidade. Transformado não se limita a uma dimensão de uma nova experiência que teve, volta transformado no seu dia-a-dia nos gestos e momentos”, conta Catarina António, que depois de um projeto de curta duração em Moçambique foi com a Juventude Hospitaleira para Timor-Leste, durante dois anos, e um para o Brasil.
sexta-feira, 15 de maio de 2015
Fátima: Imagem da Virgem de Aparecida entronizada no santuário
A imagem da Virgem Aparecida, padroeira do Brasil, foi entronizada no Santuário de Fátima, logo após o início da peregrinação internacional de maio, numa cerimónia presidida pelo cardeal brasileiro Raymundo Damasceno Assis.
A imagem da Virgem Aparecida, padroeira do Brasil, foi entronizada no Santuário de Fátima, logo após o início da peregrinação internacional de maio, numa cerimónia presidida pelo cardeal brasileiro Raymundo Damasceno Assis.
Antes de ser colocada num espaço junto à escadaria norte, a imagem foi mostrada aos fiéis na Capelinha das Aparições, onde iniciaram as celebrações da peregrinação, sendo depois transportada em procissão e acompanhada por cânticos marianos.
“Ao entronizarmos a imagem de Nossa Senhora de Aparecida queremos que permaneça aqui para sempre com Nossa Senhora de Fátima”, disse o arcebispo de Aparecida, cardeal Raymundo Damasceno Assis, desejando que esta imagem “seja sinal de união, cada vez maior, entre o povo de Portugal e o povo do Brasil” e que “ambos os países, os seus habitantes, possam crescer cada vez mais na fé”.
Já o bispo de Leiria-Fátima, António Marto, desafiou os fiéis a pararem no local e a deixarem-se “cativar pela beleza da ternura e da misericórdia de Deus” expressa na imagem.
Na saudação inicial da peregrinação, António Marto explicou que a entronização insere-se num intercâmbio entre os santuários de Fátima e de Aparecida, ocasião em que destacou os laços de fé que unem os dois países.
O bispo de Leiria-Fátima recordou ainda as palavras do papa emérito, Bento XVI, que considerou o Santuário de Aparecida “coração mariano do Brasil” e o Santuário de Fátima “o coração espiritual de Portugal”.
Por seu lado, o arcebispo de Aparecida, cardeal Raymundo Damasceno Assis, dirigindo-se aos peregrinos, “dos mais distantes lugares deste planeta”, entre os quais centenas de brasileiros, manifestou também o desejo de que a presença da imagem de Aparecida expresse “união e comunhão” entre os dois países.
“Que a presença de Nossa Senhora Aparecida juntamente com a presença de Nossa Senhora de Fátima, tão querida não só do povo brasileiro, mas dos seus devotos espalhados pelo mundo fora, possa interceder junto de Deus para que nós possamos ter sempre muita paz, não só em Portugal e no Brasil, mas em todo o mundo”, disse Raymundo Damasceno Assis, pedindo ainda a intercessão da Virgem para o sínodo dos bispos sobre a família que se vai realizar em Roma, em outubro.
Os santuários de Fátima, no distrito de Santarém, e da Aparecida, Brasil, assinalam em 2017, respetivamente, o centenário das aparições e o tricentenário da descoberta da imagem de Nossa Senhora da Conceição em Aparecida, tendo as comemorações conjuntas começado há um ano.
Então, uma comitiva do santuário português deslocou-se a Aparecida, onde foi entronizada uma imagem da Virgem de Fátima.
As celebrações religiosas da peregrinação internacional aniversária de maio, 98 anos após os acontecimentos na Cova da Iria, são retomadas às 21:30, com a procissão das velas, seguida de missa.
A peregrinação termina na quarta-feira com a missa, bênção dos doentes e procissão do adeus, cerimónias que incluem o início da primeira peregrinação pelas dioceses portuguesas da primeira imagem peregrina de Fátima.
segunda-feira, 4 de maio de 2015
Divulgada Bula que traça objectivos do Jubileu da Misericórdia

O Jubileu começa a 8 de Dezembro, dia da Imaculada Conceição, e estende-se até 20 de Novembro do próximo ano, festa do Cristo-Rei.
O Papa convocou a Igreja para o Jubileu da Misericórdia. Foi divulgada a Bula que traça os grandes objectivos da iniciativa. Francisco pede uma Igreja centrada no essencial.
O Sumo Pontífice não quer uma igreja distraída do essencial, por isso, propõe “o perdão e a misericórdia” como critério imperativo “no concreto das intenções, atitudes e comportamentos quotidianos”.
O Papa diz que “a credibilidade da Igreja passa através do caminho do amor misericordioso e compassivo” e pede especial atenção “aos que vivem nas mais diversas periferias existenciais que o mundo moderno cria de maneira dramática”.
Para isso, é preciso “não cairmos na indiferença que humilha, nos hábitos que anestesiam a alma e impedem descobrir a novidade, ou no cinismo que destrói”, o que implica “abrir os olhos para ver as misérias do mundo, as feridas de tantos irmãos e irmãs privados de dignidade e ouvir o seu pedido de ajuda”.
Neste Jubileu Francisco dirige-se também “aos homens e mulheres que vivem no mundo do crime”, pedindo-lhes que se convertam, que “mudem de vida” e “não caiam na terrível armadilha de pensar que a vida depende do dinheiro”. O mesmo apelo é lançado também aos “autores e cúmplices da corrupção”, que o Papa define como “uma chaga putrefacta da sociedade e um grave pecado que brada aos céus, porque mina as bases da vida pessoal e social”.
Francisco espera ainda que este Ano Santo da Misericórdia “favoreça o encontro entre religiões” – sobretudo com os judeus e os muçulmanos – para se “eliminar todo o tipo de desprezo, violência e discriminação”.
O Jubileu começa a 8 de Dezembro, dia da Imaculada Conceição, e estende-se até 20 de Novembro do próximo ano, festa do Cristo-Rei.
sábado, 4 de abril de 2015
NOVENAS DO APOSTOLADO DA DIVINA MISERICÓRDIA
Programa:
3 abril (sexta-feira Santa) – 15h00 igreja
4 abril (sábado Aleluia) – 15h00 igreja
5 abril (Domingo Páscoa) – no fim da recolha das cruzes –
salão paroquial sala de apoio a igreja
6 abril (segunda) – após a missa da manhã – igreja
7 abril (terça) – após a missa – igreja
8 abril (quarta) – a hora normal da missa – igreja
9 abril (quinta) – a hora normal da missa – igreja
10 abril ( sexta) – após a missa – igreja
11 abril (sábado) – 15h00 igreja – com Adoração do
Santíssimo Sacramento
12 abril (Domingo) – 10h30 Festa da Divina Misericórdia - salão
paroquial”
Neste ano procederemos à adoração no
Domingo na parte da tarde a hora ainda por determinar.
sexta-feira, 20 de março de 2015
ANO SANTO DA MISERICORDIA
«Pensei muitas vezes no modo como a Igreja pode tornar mais evidente a sua missão de ser testemunha da misericórdia. É um caminho que começa com uma conversão espiritual; e devemos fazer este caminho. Por isso decidi proclamar um jubileu extraordinário que tenha no seu centro a misericórdia de Deus. Será um Ano santo da misericórdia». Anunciou o Papa Francisco na tarde de sexta-feira 13 de Março, segundo aniversário da sua eleição ao Pontificado, durante a celebração da penitência presidida na basílica vaticana.
Também este ano, na vigília do quarto Domingo de Quaresma, nos reunimos para celebrar a liturgia penitencial. Estamos unidos a tantos cristãos que, hoje, em todas as partes do mundo, aceitaram o convite para viver este momento como sinal da bondade do Senhor. Com efeito, o Sacramento da Reconciliação permite que nos aproximemos com confiança do Pai para ter a certeza do seu perdão. Ele é deveras «rico em misericórdia» e difunde-a em abundância sobre quantos a Ele recorrem com coração sincero.

Contudo, estar aqui para experimentar o seu amor é em primeiro lugar fruto da sua graça. Como nos recordou o apóstolo Paulo, Deus nunca deixa de mostrar a riqueza da sua misericórdia no decorrer dos séculos. A transformação do coração que nos leva a confessar os nossos pecados é «dom de Deus». Sozinhos não somos capazes. Poder confessar os nossos pecados é um dom de Deus, é uma dádiva, é, «obra sua» (cf. Ef 2, 8-10). Por conseguinte, ser tocados com ternura pela sua mão e plasmados pela sua graça permite que nos aproximemos do sacerdote sem recear pelas nossas culpas, mas com a certeza de sermos por ele acolhidos no nome de Deus, e compreendidos não obstante as nossas misérias; e também que nos aproximemos sem um advogado defensor: temos um só, que que deu a sua vida pelos nossos pecados! É Ele que, com o Pai, nos defende sempre. Ao sair do confessionário, sentiremos a sua força que volta a dar vida e restitui o entusiasmo da fé. Depois da confissão renascemos.
O Evangelho que ouvimos (cf. Lc 7, 36-50) abre-nos um caminho de esperança e de conforto. É bom sentir sobre nós o mesmo olhar compassivo de Jesus, assim como o sentiu a mulher pecadora na casa do fariseu. Neste trecho repetem-se com frequência duas palavras: amor e juízo.
Há o amor da mulher pecadora que se humilha diante do Senhor; mas ainda antes há o amor misericordioso de Jesus por ela, que a estimula a aproximar-se. O seu choro de arrependimento e de alegria lava os pés do Mestre, e os seus cabelos enxugam-nos com gratidão; os beijos são expressão do seu afecto puro; e o perfuma que deitou com abundância confirma quanto Ele é precioso aos seus olhos. Cada gesto desta mulher fala de amor e exprime o seu desejo de ter uma certeza inabalável na sua vida: ser perdoada. Esta certeza é uma boa certeza! E Jesus dá-lhe esta certeza: acolhendo-a demonstra-lhe o amor de Deus por ela, precisamente por ela, uma pecadora pública! O amor e o perdão são simultâneos: Deus perdoa-lhe muito, perdoa-lhe tudo, porque «amou muito» (Lc 7, 47); e ela adora Jesus porque sente que n’Ele há misericórdia e não condenação. Sente que Jesus a compreende com amor, a ela, que é uma pecadora. Graças a Jesus, Deus esquece os seus muitos pecados, não os recorda mais (cf. Is 43, 25). Porque também isto é verdade: quando Deus perdoa, esquece. É grande o perdão de Deus! Agora para ela começa uma nova fase; renasceu no amor e numa vida nova.
Esta mulher encontrou deveras o Senhor. No silêncio, abriu-lhe o seu coração; na dor, mostrou-lhe o arrependimento pelos seus pecados; com o seu choro, apelou-se à sua bondade divina para receber o perdão. Para ela não haverá juízo algum a não ser o que vem de Deus, e este é o juízo da misericórdia. O protagonista deste encontro é certamente o amor que vai além da justiça.
Ao contrário Simão, o dono de casa, o fariseu, não consegue encontrar o caminho do amor. Tudo é calculado, reflectido… Permanece firme no limiar da formalidade. Isto é mau, o amor formal, não se compreende. Não é capaz de dar o passo seguinte para ir ao encontro de Jesus que o leva à salvação. Simão limitou-se a convidar Jesus para almoçar, mas não o recebeu deveras. Nos seus pensamentos invoca apenas a justiça e fazendo assim erra. O seu juízo sobre a mulher afasta-o da verdade e nem sequer lhe permite compreender quem é o seu hóspede. Deteve-se à tona – na formalidade – não foi capaz de ver no coração. Diante da parábola de Jesus e da pergunta sobre qual foi o servo que mais amou, o fariseu responde correctamente: «Aquele a quem perdoou mais». E Jesus não deixa de lhe fazer observar: «Julgaste bem» (Lc 7, 43). Só quando o juízo de Simão se orienta para o amor, ele é justo.
A chamada de Jesus leva cada um de nós a nunca se deter na superfície das coisas, sobretudo quando estamos diante de uma pessoa. Somos chamados a olhar para além, afixar o coração para ver de quanta generosidade cada um é capaz. Ninguém pode ser excluído da misericórdia de Deus; todos conhecem o caminho para aceder a ela e a Igreja é a casa que acolhe todos e não rejeita ninguém. As suas portas permanecem abertas, para que quantos são tocados pela graça possam encontrar a certeza do perdão. Quanto maior for o pecado maior deve ser o amor que a Igreja manifesta em relação àqueles que se convertem. Com quanto amor Jesus olha para nós! Com quanto amor cura o nosso coração pecador! Nunca se assusta com os nossos pecados. Pensemos no filho pródigo que, quando decide voltar para o pai, pensa no que lhe deve dizer, mas o pai não o deixa falar, abraça-o (cf. Lc15, 17-24). Assim faz Jesus connosco. «Pai, cometi tantos pecados…» – «Mas Ele ficará contente se tu fores: abraça-te com tanto amor! Não tenhas receio».
Queridos irmãos e irmãs, pensei muitas vezes no modo como a Igreja pode tornar mais evidente a sua missão de ser testemunha da misericórdia. É um caminho que começa com uma conversão espiritual; e devemos percorrer este caminho. Por isso decidi proclamar umJubileu extraordinário que tenha no seu centro a misericórdia de Deus. Será um Ano Santo da Misericórdia. Queremos vivê-lo à luz da palavra do Senhor: «Sede misericordiosos como o Pai» (cf. Lc 6, 36). E isto sobretudo para os confessores! Muita misericórdia!
Este Ano Santo terá início na próxima solenidade da Imaculada Conceição e concluir-se-á a 20 de Novembro de 2016, Domingo de Nosso Senhor Jesus Cristo Rei do Universo e rosto vivo da misericórdia do Pai. Confio a organização deste Jubileu ao Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização, para que o possa animar como uma nova etapa do caminho da Igreja na sua missão de levar o Evangelho da misericórdia a todas as pessoas.
Estou certo de que toda a Igreja, que tem tanta necessidade de receber misericórdia, porque somos pecadores, poderá encontrar neste Jubileu a alegria para redescobrir e tornar fecunda a misericórdia de Deus, com a qual cada um de nós está chamado a dar conforto a todos os homens e mulheres do nosso tempo. Não nos esqueçamos de que Deus perdoa tudo, e Deusperdoa sempre. Não nos cansemos de pedir perdão. Desde já confiamos este Ano à Mãe da Misericórdia, para que dirija para nós o seu olhar e vele sobre o nosso caminho: o nosso caminho penitencial, o nosso caminho com o coração aberto, durante um ano, para receber a indulgência de Deus, para receber a misericórdia de Deus.
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